Tuesday, September 12, 2006
Monday, August 28, 2006
O Timão sempre foi um dos clubes mais importantes do futebol brasileiro. Mas a Democracia Corinthiana é um feito único no mundo: jamais houve algo parecido em termos de organização, força de conjunto e democracia.Quando se juntaram na mesma equipe atletas politizados como Sócrates, Wladimir, Casagrande e Zenon, foi natural uma revolução nos bastidores do alvinegro. Em pleno regime militar, os craques protagonizaram o maior movimento ideológico da história do futebol nacional: a Democracia Corinthiana.
O movimento fez algo que parecia impossível. Através do futebol, o mais popular esporte nacional, passaram a discutir questões de interesse da sociedade civil, debater o que se buscava com a redemocratização do Brasil e, ainda por cima, dar o exemplo de como era possível existir uma sociedade que respeitasse a opinião de todos e pusesse em prática os desejos da maioria.
Os atletas tinham voz ativa dentro do Corinthians. Era a flexibilização das regras que regiam a vida dos atletas dos clubes. Eles opinavam sobre as concentrações, as opções táticas, um pouco de tudo. E o mais importante é que eles realmente eram ouvidos.
Com esse regime inovador e único, o Timão fez a festa. Faturou os Paulistas de 1982 e 1983, ambos em cima do São Paulo. Em 1982, mesmo perdendo a primeira partida da final por 3 a 2, o alvinegro venceu os outros dois jogos (1 a 0 e 3 a 1) e levou a taça. O bi de 1983 teve direito a show de Sócrates. Ele marcou todos os gols das semifinais contra o Palmeiras (1 a 1 e 1 a 0) e também da final contra o São Paulo (1 a 0 e 1 a 1). Quatro gols do doutor que deram ao Timão seu 19º Título Paulista.
Friday, August 25, 2006
Todos nascemos livres e somos iguais em dignidade e direitos.
Todos temos direitos à vida, à liberdade e à segurança pessoal e social.
Todos temos direito de resguardar a casa, a família e a honra.
Todos temos direito ao trabalho digno e bem remunerado.
Todos temos direito ao descanso, ao lazer e às férias.
Todos temos direito à saúde e assistência médica e hospitalar.
Todos temos direito à instrução, à escola, à arte e à cultura.
Todos temos direito ao amparo social na infância e na velhice.
Todos temos direito à organização popular, sindical e política.
Todos temos direito de eleger e ser eleito às funções de governo.
Todos temos direito à informação verdadeira e correta.
Todos temos direito de ir e vir, mudar de cidade, de Estado ou país.
Todos temos direito de não sofrer nenhum tipo de discriminação.
Ninguém pode ser torturado ou linchado. Todos somos iguais perante a lei.
Ninguém pode ser arbitrariamente preso ou privado do direito de defesa.
Toda pessoa é inocente até que a justiça, baseada na lei, prove a contrário.
Todos temos liberdade de pensar, de nos manifestar, de nos reunir e de crer.
Todos temos direito ao amor e aos frutos do amor.
Todos temos o dever de respeitar e proteger os direitos da comunidade.
Todos temos o dever de lutar pela conquista e ampliação destes direitos.
Thursday, August 24, 2006
O Primeiro Mundial (1953)Depois de encantar a Europa no ano anterior, o Timão ganhou em julho um torneio internacional disputado na Venezuela, reunindo dois poderosos esquadrões europeus, o Barcelona, da Espanha, e a Roma, da Itália, além de um selecionado de Caracas, representando as Américas.Esse quadrangular ficou conhecido como a Pequena Copa do Mundo. O Timão foi campeão invicto. Na volta ao Brasil, os jogadores foram recebidos como heróis pela Fiel. São Paulo parou para ver o trajeto da comitiva entre o aeroporto de Congonhas e o Parque São Jorge.
A Invasão (1976)

A Fiel fez história no Brasileirão. Empurrou o Timão à vitória contra o Santa Cruz, no Recife, e encarou a "máquina tricolor" para chegar à final. O Fluminense, comandado por Rivellino, era o favorito, e decidia no Maracanã.Mas a Fiel fez a diferença. Pelo menos 70 mil corinthianos "invadiram" o Rio de Janeiro pela via Dutra, ponte aérea e até por trem, desembarcando na Central do Brasil. Resultado: dividiu o "Maraca" ao meio.Empurrado pelo 12º jogador, o Timão empatou em 1 a 1 no tempo normal, com gol de meia bicicleta do volante Ruço. Nos pênaltis, o goleiro Tobias levou a equipe à final. Mas o Internacional-RS estragou a festa. Apesar do vice do Brasileiro, a INVASÃO de 1976 ficará na história do futebol brasileiro.

Para acabar com aquela lenga-lenga de chamar o Corinthians de time caseiro... E em alto estilo: no templo mundial dos boleiros, o Maracanã. O Timão, que já colecionava dez títulos internacionais, foi o primeiro campeão de um Mundial de Clubes organizado pela Fifa, a entidade que comanda o futebol mundial.No Mundial da Fifa, realizado no Brasil, o Corinthians consagrou sua saga de conquistas, tornando-se campeão depois de superar na final o Vasco da Gama, em pleno Maracanã, depois de ter enfrentado Real Madrid, da Espanha, Al Nassr, da Arábia Saudita, e Raja Casablanca, do Marrocos. Participaram também Manchester United, da Inglaterra, Necaxa, do México, e South Melbourne, da Austrália. Mais uma vez a Fiel Torcida deu um show à parte: não repetiu a histórica invasão de 1976, mas o "Maraca" viu, e ouviu, quase 30 mil corintianos calarem 70 mil cruzmaltinos. Em 14 de janeiro, o time que surgiu na várzea fincou seu pavilhão na história oficial da Fifa. Agora, o mundo é do Timão!
Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar - se possível - judeus, o gentio ... negros ... brancos.
Wednesday, August 23, 2006
A maior torcida organizada do Corinthians, do Brasil e do mundo, a Gaviões da Fiel, realizou no sábado, 6/8, o enterro simbólico de 13 caixões que representavam dirigentes, conselheiros e membros da MSI, parceira do clube. Antes de o jogo contra o Atlético Paranaense começar, cerca de 4 mil corinthianos partiram da sede da torcida, no bairro do Bom Retiro, até o Estádio do Pacaembu. Seguiram o cortejo levando os caixões, velas e 400 cruzes que representavam os conselheiros do clube. “O importante é que é um protesto pacífico. Faremos a maior marcha fúnebre desse País”, garantiu Wildner Rocha, o Pulguinha, vice-presidente dos Gaviões da Fiel. Cinco viaturas da PM e 20 motocicletas fizeram a segurança. A administração do presidente Alberto Dualib, há 13 anos no poder, e o fraco desempenho no Brasileiro - ocupa a zona de rebaixamento - foram os fatores que motivaram a torcida a realizar o enterro simbólico.Os torcedores começaram a deixar a Quadra pouco antes das 15 horas. Pulguinha, no carro de som, comandava a massa. A marcha seguiu pela Rua Sérgio Tomás, Avenida Marquês de São Vicente, viaduto do Pacaembu, Avenida Pacaembu e Praça Charles Müller, onde fizeram o enterro. “Esse protesto é fruto da atual situação do Corinthians. De novo a torcida se mobiliza para mostrar o continuísmo da administração de Dualib”, gritava Pulguinha. “A torcida está unida também para colocar a MSI para fora.” Faixas de protesto também foram usadas durante o cortejo. “Citadini oportunista”, “Situação=Oposição”, “MSI (Maracutaia Sob Investigação)” , “13 anos de ditadura e mentiras” e até a “nova e original” “cadê o nosso estádio?” Dirigentes de Corinthians e MSI tentaram demonstrar que não estavam incomodados com o protesto. “Desde que seja pacífico”, disse Paulo Angioni, diretor da MSI. A verdade é que há tempos o futebol profissional têm sido utilizado por grupos econômicos, como lavagem de dinheiro, fruto de maracutais fiscais, e operações que o submundo do crime conhece muito bem. O Corinthians, por incrivel que pareça, não aprendeu com o fiasco da Hicks Muse, "parceira norte-americana" no inicio desta década. Como se não bastasse, o clube mesmo com a sua grandeza, continua pensando e agindo administrativamente, como um time pequeno deixando de lado, por exemplo, o trabalho de base, e por um outro lado, tornando o clube cada vez mais eletizado, onde o corinthiano comum, (como ser corinthiano fosse algo comum...) é barrado na porta do clube que tanto ama.
Tuesday, August 22, 2006
Antes de tudo ou nada, como queiram, nunca é demais se reportar Àquele que antes ou depois de mim, de você ou de qualquer um ou qualquer coisa que respire e tenha vida, já existia e sempre existirá, queiram ou não, acreditem ou não. Ele é o Alfa e o Ômega, o Princípio, o Meio e o Fim!!!Pai Nosso
Que estais nos Céus,
Santificado seja o Vosso nome.
Venha a nós o Vosso reino,
Seja feita a Vossa vontade
Assim na Terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje.
Perdoai-nos as nossas ofensas
Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido
E não nos deixeis cair em tentação
E livrai-nos do mal.
Amén.
Em latim:
Pater Noster
Pater noster qui es in caelis,
Santificetur nomen tuum.
Adveniat regnum tuum,
Fiat voluntas tua
Sicut in caelo et in terra.
Panem nostrum supersubstantialem da nobis hodie.
Et dimitte nobis debita nostra
Sicut et nos dimittimus debitoribus nostris
Et ne nos inducas in tentationem
Sed libera nos a malo.
:Amen.
Em aramaico:
Abun
abun d’bashmaya,
nitkadash shmakh.
tete malkutakh,
nihue tzibyanakh
aykana d’bashmaya aph b’ar’a.
hab’lan lakhma d’sunkanan yaumana.
uashbuk’lan khau’bayn
aykana d’aph kh’nan shbakin l’khayabayn
ula ta'lan l’nis’yuna
ila patzan min bisha.
amen.
Na tradução de João Ferreira de Almeida de 1681
Pae Nosso
Pae nosso, que estás n'os Ceos,
Santificado seja o teu Nome;
Venha o teu Reyno;
Sea feita a tua Vontade
assi n'a Terra como n'o Ceo;
O Paon nosso de cada dia Dia
nos da hoje:
E perdoao nos nossas Dividas;
assi como nos perdoamos
a os nossos Devedores;
E naon nos metas
em Tentazaon;
Mas livra nos de Mal.
Porque teu he o Reyno, e a Potencia,
e a Gloria, para todo o sempre. Amen.



